sexta-feira, 24 de outubro de 2008

CASA DE ARTE/TARAUACÁ-AC

As discussões atuais sobre a definição do conceito de arte são bastante problemática, sobretudo devido às tendências do momento que trazem à tona todo o teor do chamado relativismo cultural. Isso faz crer que o "belo", a cada dia, vai perdendo espaço e dá lugar a uma forma de pensar a arte devidamente inserida num determinado contexto.
O belo se torna múltiplo, e respeitar a diversidade é considerá-lo como elemento fundamental na constituição da nossa identidade.
Todos os conceitos que podemos citar que provavelmente fazem sentidos estão hoje, ainda carregados de etnocentrismo; um erro que já cometemos durante muito tempo.
É um momento de quebra de paradigmas, de rejeitar uma idéia fixa e determinada, já não sabemos mais até onde vão os nossos preconceitos.
Se dissermos que a arte pode ser entendida como a atividade ligada às manifestações de ordem estética por parte do ser humano, seria provavelmente questionada a essencialidade antrópica, ou talvez a necessidade estéticada arte (a exemplo da existência de quadros pintados por gatos com suas próprias patas).
As questões de ordem antropológicas chegaram às discussões artísticas. A arte é fruto de um processo sócio-cultural e depende do momento histórico em questão, variando ao longo do tempo. Ela não se define, porém poder muita coisa. Poderia ser entendida como o momento em que o conhecimento é usado para realizar determinadas habilidades ou o sentido dos signos das linguagens artísticas num determinado contexto social.
De fato, uma constante na expressão artística é a relação entre o homem, a sociedade, e o ambiente, sendo, portanto, a arte inegavelmente um produto da atividade artística. Isso, talvez tivesse levado um famoso historiador de arte a afirmar que: "Nada existe realmente a que se possa dar nome arte". Existem somente artistas.
A arte é um fenômeno cultural, talvez por isso antrópica. Regras absolutas sobre arte não sobrevivem ao tempo, pois em cada época os diferentes grupos escolhem como devem compreender esse fenômeno.


Trabalho desenvolvido pela pastoral da família, ramificação ou braço da igreja católica no município de Tarauacá, onde lá é desenvolvidos os mais variados trabalhos artesanais e por não dizer de artes possíveis, usando uma vasta gama de materiais de refugo, plástico pet, tecido e um pouco de madeira.
Também vemos neste trabalho um lado humanitário e principalmente artístico, levando em consideração a beleza e os traços artísticos que as pessoas que são recrutadas e cadastradas pelas “irmãs” acabam por desenvolver sem um mínimo conhecimento empírico do que venha a ser arte ou traços artísticos. Podemos sim, ver a arte nestes produtos que são desenvolvidos pelas pessoas que ali trabalham, mesmo sendo feito dos mais variados subprodutos possíveis, é aí que entra a criatividade, a imaginação e até mesmo truques que deixam as peças produzidas por estas pessoas, uma verdadeira obra de arte e não deixam a desejar muitos trabalhos produzidos pelos artesãos conhecidos. No entanto consideramos que a arte, não é um espaço limitado e que apenas certas quantidades de pessoas possam se apoderar dela, fazendo com que as demais pessoas sejam incapazes de também produzir-la e manifestar suas opiniões de belo ou beleza da coisa produzida.
Lá podemos ver que, todos estão imbuídos de fazer o melhor, na tentativa de que tudo saia de conformidade com o gosto e apreciação de quem irá comprar ou simplesmente admirar tais objetos.
E mais ainda, a arte pode não só ser relacionada com o belo ou beleza em questão, mas também funcionar como mecanismo de sobrevivência, subsistência e expressão dos mais variados sentimentos, no momento em que a pessoa está produzindo ou que imagina como será tudo aquilo que ela está fazendo irão ficar, com referencia ao agradar ou causar repulsa ao seu trabalho arte produzido.
Aqui neste lugar e em nosso tempo vemos a casa da arte, onde podemos ver que primeiramente tudo e a todos foi pensados no sentido de que a arte de um modo em geral fosse um mecanismo de transformação da vida de mulheres de baixa renda que muitas delas não tinham noção do que seria arte no sentido pleno da palavra e após algum tempo viram suas vidas transformadas não só socialmente, mas também na aquisição de um novo conhecimento intelectual e que iram levar para a vida toda, neste universo artístico o qual ela foi inceridas, puderam e podem descobrir um mundo fantástico de mistura, organização, transposição e realização pessoal.
Como foi identificada e ao mesmo tempo pensada pelos autores do projeto, a arte como mecanismo ou forma de desenvolvimento de uma atividade financeira, mas também artística.
Questões de significado que foram modificadas, quando e por que. Quando perguntado sobre questões de como a arte modificou e vem modificando a vida de vocês até mesmo na comunidade, podemos perceber que para as pessoas mais velhas tendem a encarar tudo isso como algo novo e inusitado, até mesmo sem noção do que elas façam seja arte e que de uma forma ou de outra é apreciado por muitos que usam tais objetos produzidos na casa de arte como algo decorativo ou de uma simbologia artística.
Projetado inicialmente para atender a senhoras mãe de família de baixa renda, a preocupação segundo a coordenadora do projeto de uma forma em geral é ajudar essas mães de baixa renda, onde a prefeitura entraria com todo o material inicial para produção inicial dos objetos artísticos e cursinhos onde essas mães aprenderiam através da prática e técnica empregada pelas professoras do projeto, sendo elas: a própria coordenadora, uma professora que já foi até aluna da própria casa de artes e outras advindas de outros centros.
Observa-se que toda material ou maior parte dele está relacionada com materiais de fácil acesso e de baixo custo Como, por exemplo, Garrafa pet, tinta própria, álcool, pincel, EVA, tecido, cola quente, biscuit, maisena, vinagre, óleo, cola cascorez, creme para mãos sem gordura, gesso, fôrma de silicone, madeira, brita, palito, fuxico, retalhos, vidros em geral, linha de crochê, panelas de cuscuz, sementes regionais, lacres de latinha de alumínio, pó de serra, sabonetes glicerinado e flores em EVA.
Os rituais locais ou globais influenciaram na forma de expressão artística na confecção destes trabalhos.
Após entrevistar pessoas da comunidade das mais diferentes faixas etárias, pude constatar que a forma de execução não houve mudanças significativas, não na prática, mas já no desempenho ficou claro que após o aluno do projeto ser iniciado na pratica do artesanato, sob a consciência de que o que ele passará fazer após o término do cursinho trata-se de arte e que tem que dá uma cara a este produto uma aparência agradável e bela de quem o ver ou encomenda seu produto pra usar nas mais diversas formas de uso nas suas residências, esta é uma mentalidade que é condicionada conscientemente ou subconscientemente de que o que estão produzindo seja arte e por isso tendem a fazer tal objeto artístico com toda carinho e dedicação possível não só porque com isso alimentam sua auto estima , mas também ao relacionar o que seja belo e uma beleza para com isso agregar um valor considerável a seu produto objeto arte.
Todas as mudanças observadas por esse estudo na própria prática deste objeto de estudo se relaciona com uma forte tendência de fazer algo novo, diferente, extraordinário e que possa chamar o mais atenção possível para existência desta própria pratica e com isso demonstrar que arte em nossa cidade existe sim, e está bem visível ao alcance dos nossos olhos, bastando sabermos apreciar sem um olhar curioso presunçoso e preconceituoso de uma arte que está sendo produzida o mais perto possível de nós. E que guarda uma beleza rara e fundamental, principalmente para quem ainda nem imagina o que seja arte, apenas imaginando que seja algo que não mereça sua atenção ou desperdício de sua atenção.
Também segundo a coordenadora houve uma mudança de pensamento com relação à ampliação e o alcance desta arte a outras pessoas da própria comunidade, mudança motivada pelo baixo interesse das alunas, que iniciavam o cursinho, com certa expectativa e enorme interesse acabava se desestimulando e desistindo do curso, com isso acabavam tirando as vagas daqueles que não conseguiam uma vaga para realizar o curso, então por isso e também motivado pelo interesse de muitas escolas públicas da comunidade que após seus diretores verem o que e a qualidade do que estava sendo produzido na casa de artes, ficou decidido que não só mais as mães de baixa renda teriam o direito aos cursos uma vez que o projeto inicial rezava isso, mas também toda a comunidade, um público o mais variado possível teriam a chance e oportunidade de conhecer e a partir do cursinho fazer arte.
Também ficou evidenciado que todos os trabalhos produzidos pela casa da artes, tem mo cunho artesanal e por isso todos que ali freqüentam estão ciente de que o que estão produzindo é realmente arte e que fazem com intuito de caracterizar-los com padrões de beleza agradável aos olhos dos possíveis compradores de seus objetos e até mesmo os próprios admiradores que terão a chance de contemplar trabalhos feitos com toda dedicação, um punhado de amor, técnica aprendidas de um conhecimento que vem passando de geração a geração e que mesmo com o passar de todo tempo, ainda podem despertar os olhares e interesse de quem ver, gostando ou não da arte como objeto trabalhado sob um técnica que nele foi empenhada.
O aprendizado ocorre de forma gradativa e constante onde é passadas dicas de técnicas aos participantes, os mesmos fazem uso tanto no espaço das aulas quanto nas suas próprias residências, conforme sua evolução se dava fazendo uso constante da prática adicionado a técnica, sem falar que o condicionamento deste aprendizado também está relacionado com o interesse deste próprio aluno e que dependendo do fraco interesse isso pode contribuir para um fraco desempenho na produção dos objetos artístico que ele venha fazer.
Após ouvir e ver a opinião das mais variadas pessoas da comunidade podemos ver que as opiniões podem divergir em conformidade com o tempo e espaço que estas pessoas viveram e vivem no momento.
Como ficou relacionado à questão do belo e da beleza com relação aos padrões absorvidos para desenrolar das peças artísticas e de que forma a experiências do belo acabaram contribuindo.
A arte precisa ser necessariamente bela? O belo é intrínseco à arte, mesmo que essa beleza tenha vários tipos de interpretação. A ótica do espectador é que viabiliza a beleza. Entretanto o que atualmente muitos consideram como belo em arte é, ainda, um fruto do classicismo. “O problema é que gostos e padrões de beleza variam muito” (Gombrich) Um espectador pode gostar do que é feio chocante e horrendo para muitos outros, o que nos leva a considerar que não é o gosto que define o que é belo. De acordo com a tradição clássica o belo pode ser definido de maneira formal, ou seja, a partir de certas características como simetria, proporção e ordem das formas dos objetos. Mesmo que o espectador não goste, se estiver dentro dos padrões considerados relevantes aos critérios de beleza de arte ele deverá ser considerado belo. É o que podemos encontrar na Vênus de Milo (130-120 a.C.), que é um padrão de beleza clássica, ao contrário da Vênus de Willendorf que parece altamente desarmônica em relação a tais padrões.
Nem tudo o que é considerado belo deverá, necessariamente, ser considerado arte, e nem toda arte será considerada bela, de tal modo que, às vezes, sentimos uma sensação de que estão ocorrendo distorções acerca do que é belo. Acredito que Hitler concordaria comigo se estivesse olhando para uma tela cubista de Picasso, principalmente se comparada a uma de Rubens ou uma escultura de Antonio Canova.
Como podemos então definir a beleza? Entre inúmeras reflexões que podem ser feitas, podemos nos referir ao pensamento Platônico acerca do belo. No séc. IV a.C., o pensador já questionava o que hoje em dia ainda nos perguntamos. Segundo ele a arte consistia apenas na imitação de coisas belas, ou seja, o artista seria apenas um simples mortal que ganha sua vida imitando aquilo que já existe. Para ele as representações materiais do belo compartilhavam da beleza absoluta, entidade que existia no mundo das idéias e era, portanto, universal e se manifestava na proporção, na simetria, na medida e na harmonia das partes em relação com o todo. Proporções e simetria ligavam a beleza com o bem, enquanto o belo revelava o ser e era ligado também à verdade.
Houve algo sugestivo com relação ao imitar ou buscar fazer o mais perto da forma original ou parecida.
“Diferentemente de Platão, Aristóteles, Aquino teorizava que a beleza era uma visão da arte como imitação. Aquino teorizava que a beleza era uma propriedade essencial ou tranversal de Deus, com a bondade e unidade” Cynthia Freeland, Conceitos de mimesis ou de imitação se dá na construção de formas representativas de arte de uma maneira bastante centrada na idéia de tentar copiar, seja uma idéia real ou uma imitação daquilo que imaginamos. Segundo Platão, todas as imitações são meramente cópias das idéias de outros, inclusive as tragédias, já Aristóteles defendia a idéia de que imitação é algo trazido do próprio ser humano, ou seja, algo natural que são desfrutados desde infância que os mesmos aprendem com a mesma.
Na casa da arte tema do meu trabalho final, tudo o que é e está sendo produzido está focado nas imitações dos padrões de beleza e isso faz que as pessoas que ali participam busquem segundo seus padrões do que é o belo e de que venha ser a beleza se incerirem neste mundo que muitos artistas modernos fazem uso que é a imitação. Dentro de suas realidades tentam buscar uma semelhança daquilo que os mesmos vivenciam nos seus espaços de vida e chegando a transportarem para seus trabalhos, buscando aprofundar idéias de seu passado e vivenciando algo mais natural.
A integra a um trabalho bem feito ou de uma boa beleza, faz com que o artista pense em dois fundamentos, primeiramente que ele tem que fazer com este produto artístico seja agradável aos olhos de quem o interessa adquiri-lo, que mesmo que não entenda que este produto seja arte e imitação de algo vivenciado pelo artista, é capaz de conceituar-lo como belo e significativo para si próprio. Em segundo lugar entra a questão da auto-estima e da sua própria valorização como ser humano, que depois de ver seu próprio trabalho pronto e muitas vezes elogiado por terceiros alimenta seu próprio ego.
Nos seus trabalhos foi valorizado quanto ao indivíduo, o que ele pensa e seu convívio em sociedade.
Com toda certeza que sim, levando em consideração que o pensamento inicial e final da casa de arte é valorizar a pessoa humana num todo e de um modo em geral suas capacidades, visão de mundo, coordenação de idéias, manejo com elementos preponderante e essencial para construção deste ou aquele objeto artístico e acima de tudo a valorização e integração social na sociedade, num grupo ou até mesmo na família.
É tanto que nos cursos desenvolvidos na própria casa de arte esta é a idéia principal, tendo como pano de fundo não somente a ajuda financeira com a melhoria da renda familiar, mas também descobrir o talento nato que está escondido em cada um dos participantes e com um simples incentivo e força de vontade, pode-se descobrir até mesmo verdadeiros artistas.
Enfim, podemos observar muitos detalhes nos próprios objetos artísticos produzidos na casa e só assim poderemos tentar entender como as idéias de pessoas que muitas delas nem imaginam o que seja arte possam dá forma e corpo as idéias imaginadas por elas em verdadeiros objetos artísticos e que muitas das pessoas que chegam a ver estes objetos passam a considerá-los como verdadeiras obras de arte.
Por ser apenas mulheres trabalhando na casa de arte, isso ficou demonstrado nos trabalhos artísticos o gênero das obras, sua compreensão e algum tipo de compreensão subjetiva.
Toda produção artística está diretamente relacionada com o todo, sem distinção de feminino/masculino, mas é claro podemos ver que o gênero pode contribuir ou influenciar no tocante ao gosto, por exemplo, tem pessoas que gostam de ouvir música com melodias e letras que privilegiam esse ou aquele gênero e na casa de arte não é diferente por ser apenas mulheres, vemos que tudo acaba influenciando na qualidade, na apreciação de terceiros aos abjetos artísticos, por elas darem uma sentido e dispensarem uma atenção especial como se elas estivessem fazendo para elas próprias.
Se fosse determinado o gênero do artista através da sua obra de arte, isso seria bastante interessante, levando em consideração movimentos, como o feminista que brigam pelos seus espaços e direitos pertinentes as mesmas, onde estaríamos em constantes conflitos para saber quem faria melhor e mais bem feitos uma determinada obra de arte e qual valeria mais a do sexo masculino ou feminino?
Quanto à relação da intervenção ou mudança social na expressão artística, podemos ver de forma bastante acentuada que isso procede sim, principalmente pra manter uma relação de denúncia, questionamento de determinados grupos sociais e sua atitudes em sociedade, que ver nisso um fundo e uma base para sustentação para sua obra.
O mercado de artes e suas influências que acabaram por determinar muitas vezes o rumo da construção dos objetos artísticos na casa de arte.
Com toda certeza que o hibridismo na arte está totalmente enraizado e na casa de arte isso não é diferente, uma vez que você ver um trabalho artístico com uma forma que lhe agrada aos olhos e lhe chama a atenção para os detalhes que coloca você em êxtase, isso acaba de uma forma bastante incisiva influenciando sim a um outro artista, mesmo que ele esteja iniciando ou sendo apenas um principiante na construção de alguns trabalhos artísticos.
Isso fica bastante evidenciado quando elas acabam comentando com as demais colegas, de um ou de outro trabalho artístico que viu, por exemplo, na TV, na internet, revista, livros ou até mesmo na residência de suas vizinhas. No entanto também podemos observar a incidência de idéias próprias que vem simplesmente da sua imaginação, criatividade e habilidade.
Na verdade elas estão mais propicias até mesmo pelos fatores culturais que estão expostos na nossa sociedade local, de se aterem a esse tipo de trabalhos, já que o homem se sentiria um pouco a vontade realizando este tipo de ocupação, levando em consideração o que os demais iriam pensar com relação até mesmo a suas condições masculinas.
Contudo podemos concluir que a arte é algo fundamental e essencial na vida da pessoa humana, na casa de arte isso ficou bastante evidenciado e também a transformação foi positiva, elevando não só a auto-estima das pessoas que ali freqüentaram e freqüentam essa casa, mas também revelando verdadeiros artistas que nem sequer imaginariam que seria possível e capaz de transformar simples materiais dos mais diversos tipos em verdadeiras obras de arte.
E também que ela foi um fator de inclusão social e garantidora da subsistência humana, uma vez que complementou a renda de muitas famílias que ali estavam representadas pelas suas matriarcais genitoras, sendo também precisamos ver - lá como mecanismo fundamental para o reconhecimento do ser humano como um todo dentro de uma sociedade.
Umas das idéias que mais chamou minha atenção foi o fato de que ao produzir a obra de arte o artista que a produz tenta passar não só a realidade que ele ver, mas também toda a beleza dos traços que ele ver no momento de sua criação. Um ponto fundamental é a questão da mudança de postura e como de agora em diante tudo isso irá e me fará ver com outros olhos o quem venha ser arte e suas implicações na vida humana.

REFERÊNCIAS BILIOGRÁFICAS:
- ARANTES, A.A. o que é arte popular. São Paulo: Brasiliense, 1983.
- ARGAN, G. C. Arte e crítica de arte. Lisboa: Estampa, 1988.
- BACHELARD, G. O Direito de sonhar. São Paulo: Difel, 1986.
- BARBOSA, A. M. Recorte e colagem. Influências de John Dewey no ensino da arte no Brasil. São Paulo: Autores associados?Cortez, 1982.
- BRONOWSKI, j. Arte e conhecimento: ver imaginar, criar. São Paulo Martins Fontes, 1983.
- CALABRESE, O. A linguagem da arte. Rio de Janeiro: Globo, 1987.

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