segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Esculpindo no gesso


Esculpir no gesso é uma experiência magnífica, após fazermos o desenho no bloco de gesso, começamos a dar vida e forma a aquele pedaço de “material Branco”, logo podemos observar as primeiras formas da nossa “Venus de Willendorf”. Mesmo com todas as dificuldades de materiais e mecanismos para confecção desta imagem, conseguimos suplantar todas as dificuldades. Finalmente podemos mostrar o resultado final de nosso trabalho no gesso.
Materiais Utilizados:
- Gesso;
- Garrafa “Pet”;
- 1 balde médio
- 1 peneira;
- Facas;
- Formões;
- Lixa d´agua;
- Grosa e
- Martelo

Assemblage/Colagem


Meu Pré-projeto trata-se de uma Assemblage, Onde a entendimento de que os artefatos diferentes aglomerados na obra, ainda que brotem um novo conjugado, não perdem a definição incomum. Menos que o resumo, trata-se de ajuntamento de dados, em que é possível coligar cada componente no interno do unido mais espaçoso. Baseando-se numa pretensão de mostrar como o mundo está cheio de resíduos e que para muitos de nós significa absolutamente lixo, então neste quadro entra a Arte como mecanismo de absorção e demonstração de toda a diversidade destes resíduos que podem ser encontrados e estão em pleno exercício de contato com o nosso cotidiano. Onde uma participação acionada em analogia à obra faz com que a fruição da mesma se dê de forma completa e magnífica, o que em muitos acontecimentos pode até mesmo virar num experimento incômodo e intrigante.
Uma Assemblage em que fiz uso de materiais diversos e de uso continuo do próprio ser humano, mas sempre lembrando que mesmo fazendo uso de uma infinidade de materiais minha noção artística e o resultado esperado não ficou afetado de uma definição incomum. Artefatos que não seriam aproveitados e que provavelmente voltaria para própria terra na forma de lixo “pesado”, aqui neste objeto artístico foram aproveitado para construir uma Assemblage como o nome de “Caixa do Entendimento”, onde podemos tais como: Papelão, Cola, madeira, tecido, aço, isopor, papel de jornal
.

Construção em tecido


Dentre todas as atividades, esta apresenta um grau de dificuldade bem maior, uma vez que não sou acostumado a trabalhar com tecido de forma alguma, mas ao mesmo tempo foi uma atividade bem gratificante e bastante compensadora.
De qualquer forma apresento o resultado final de minha construção em tecido e também pude observar na minha pesquisa do artista da semana que seus trabalhos com tecidos são tão maravilhosos quanto quaisquer outros trabalhos de outros artistas com outros suportes.

Móbile


Fazer um móbile é uma experiência gratificadora e isso nos mostra o quanto a arte se mostra no mais simples objeto produzido por diferentes pessoas, não necessariamente um artista, mas que com todo jeito e trato tal objeto pode vir a se tornar uma verdadeira obra de arte. Quando o projetamos ficamos até em dúvida, será que vai dar certo este móbile? Mas aos poucos conseguimos dar uma forma a todo o material que juntamos e que não dávamos muito valor.
Pesquisar os diferentes tipos, modelos e formas de móbile, é algo surpreendente e é através de uma simples pesquisa que podemos ver uma infinidade de móbiles, que vão de uma escala dos mais simples aos mais difíceis e sofisticados. Também podemos ver que qualquer tipo de suporte/material que vai do metal até o papel A4 pode ser usado para a confecção do móbile e sem falar que a variedade de figuras a disposição da imaginação de quem vai confeccionar é por demais farta.
Neste meu móbile, usei uma vareta de metal, onde com um alicate fiz um arco, um pedaço de madeira como suporte de sustentação, arame e porcas, Um pouco de tinta látex verde.
Enfim, apresento nas fotos acima, o resultado final do meu esforço e do meu entendimento do que venha ser um móbile.

Volume e Plano


Fitas de Moebius
Nesta tarefa temos a oportunidade de experimentar formas que se apresentam a cada momento que cortamos e recortamos o papel. Na fita de Moebius temos a ligeira impressão de que a fita já emendada, marcada e recortada irá se apartar, mas logo percebemos que tudo acontece de forma surpreendente com uma nova forma bem maior e bastante interessante e com novas curvas.
Tarefa 2
Volume e Plano
Já no Volume e Plano Buscamos desenvolver um trabalho mais minucioso e de certa forma que requer mais atenção e alguns cuidados, também podemos trabalhar as formas variavelmente e com isso deixá-lo conforme o nosso entendimento e gosto, as cores não só do papel que utilizamos pode variar mais também uma gama de tintas para colorir esteticamente.

Modelagem (Argila)


Um verdadeiro encontro presencial, onde pudemos ver trodos os colegas se articulando e organizando para realização da tarefa desta semana, onde todos se ajudaram e puderam construir sua tarefa de forma brilhante e bastante criativa.
Neste encontro presencial com o Prof. Max Juca, foi algo surpreendente e bastante inovador nas nossas vidas, tivemos a chance de conhecer algumas técnicas de modelagem na argila e nossos trabalhos foram feitos exatamente baseados nestas técnicas e isso o resultado foi construído de forma compassada e a cada momento nos aproximávamos do resultado final.
Contando passo a passo o nosso trabalho começamos sentindo a argila sua consistência, sua liga e assim construímos algumas formas até chegar aos resultados dos dois trabalhos propostos, fizemos uma forma pirâmide, forma cúbica, uma esfera e desta esfera em diante trabalhamos até chegarmos a esfera oca.
Em uma tábua amassamos um pouco de argila até chegarmos a uma determinada “folha” da mesma espessura para fazermos uma determinada base circular, repetimos o mesmo procedimento, deixando da mesma espessura uma segunda “folha” para que pudéssemos fazer as bordas do segundo trabalho proposto.
Algo bastante interessante é que, antes mesmo de começarmos o encontro presencial somos tomados por certo anseio, de como se dará está modelagem e como iremos nos sair, com o passar do tempo acabamos nos familiarizando com as técnicas e isso no final é um fator bastante facilitador para alcançarmos o resultado esperado para tal modelagem.
Enfim, apresento assim nas duas últimas imagens o resultado final das duas técnicas apresentadas pelo professor Max Juca e como ficaram segundo o meu entendimento, opções, convicções e gosto.

Alto Relevo



Num primeiro momento ao recebermos o comando da tarefa sempre ficamos um pouco apreensivos e sem sabermos exatamente o queremos fazer, mas ao iniciarmos, cortando cada detalhe das figuras geométricas e muitas vezes dando certo recorte na mesma deixando com certo gosto próprio, acabamos entendo e concluindo de forma prazerosa e bastante convincente de que para fazermos arte, basta boa vontade e algumas idéias principalmente dentro das idéias da arte contemporânea.
Nesta tarefa começamos com a confecção do papelão e as idéias vêm fluindo naturalmente de forma que ao imaginamos algo e a cada passo que cortamos o papelão, damos uma forma e outra a determinadas figuras dentro de uma geometria ou não, mas o que mais nos dar uma aparência estética, agradável, desagradável, de entendimento ou não, talvez seja a colaboração da tinta e a variação das cores, onde com poucas cores podemos variar entre muitas tonalidades e isso tende a deixar o trabalho mais dinâmico e com cara de arte.
O alto relevo na arte nos dar certo entendimento bastante favorável para que possamos compreender ou não aquilo o que o artista nos quer passar com sua obra de arte, usando o papelão talvez isso se torne ainda mais fácil para o artista, pois a imposição dos mínimos detalhes nas figuras geométricas fica de fácil conclusão a vista do uso de outros suporte como por exemplo: gesso, madeira e etc.

Materiais Usados:
- Papelão;
- Cola branca;
- Tesoura;
- Régua;
- lápis;
- Pincel e tinta a base d’agua.

Relevo em gesso


Dando continuidade ao comentário da tarefa de relevo em gesso, é algo que nos surpreende a cada momento que cavamos e “cutucamos” a placa de gesso, tudo começa a fazer sentido e o desenho começa tomar “forma viva”. Logo no começo, nas primeiras cavações ficamos um pouco apreensivo e cuidadoso, com uma preocupação de não estragar a placa de gesso uma vez que material como gesso na nossa região é bastante difícil.
Para esta tarefa escolhi uma cena do cotidiano de muitas ou de quase todas as famílias, a criança que após estudar na escola formal tem que complementar seus estudos em casa e aí então trabalhei para que ao se ver meu relevo em gesso logo se pudesse aproximadamente ou não o que dizer tal cena.
Neste quadro da vida cotidiana a arte é bastante interessante, pois ela se confunde com a própria vida, basta nos depararmos com uma cena da vida cotidiana em qualquer obra de arte que logo estaremos nos vendo na cena ou participantes ativos dela.
Materiais Usados:
- Gesso;
- água;
- lápis;

- Goivas.