
Meu Pré-projeto trata-se de uma Assemblage, Onde a entendimento de que os artefatos diferentes aglomerados na obra, ainda que brotem um novo conjugado, não perdem a definição incomum. Menos que o resumo, trata-se de ajuntamento de dados, em que é possível coligar cada componente no interno do unido mais espaçoso. Baseando-se numa pretensão de mostrar como o mundo está cheio de resíduos e que para muitos de nós significa absolutamente lixo, então neste quadro entra a Arte como mecanismo de absorção e demonstração de toda a diversidade destes resíduos que podem ser encontrados e estão em pleno exercício de contato com o nosso cotidiano. Onde uma participação acionada em analogia à obra faz com que a fruição da mesma se dê de forma completa e magnífica, o que em muitos acontecimentos pode até mesmo virar num experimento incômodo e intrigante.
Uma Assemblage em que fiz uso de materiais diversos e de uso continuo do próprio ser humano, mas sempre lembrando que mesmo fazendo uso de uma infinidade de materiais minha noção artística e o resultado esperado não ficou afetado de uma definição incomum. Artefatos que não seriam aproveitados e que provavelmente voltaria para própria terra na forma de lixo “pesado”, aqui neste objeto artístico foram aproveitado para construir uma Assemblage como o nome de “Caixa do Entendimento”, onde podemos tais como: Papelão, Cola, madeira, tecido, aço, isopor, papel de jornal.