UMA ABORDAGEM SOBRE O CONTEXTO DA ARTE RUPRESTE E INDÍGENA BRASILEIRA NA CULTURA VISUAL.
Não se pode falar de arte sem que venha em nossa mente todo o riquíssimo histórico da contribuição dos povos primitivos, com sua arte rupestre, logo o Brasil e o continente americano de forma alguma ficou fora deste contexto, bastando olhar e ver todos os vestígios rupestres que aqui sem encontra neste País, onde também podemos observar que a arte está presente nos mais simples gravuras e utensílios produzidos pelos diferentes grupos que aqui habitavam este vasto território americano. Ao se abordar tudo isso não só nossa história, mas também na história da humanidade a arte tem a sua iniciação ou inserção na vida do ser humano a partir da sua própria necessidade, levando em conta tanto no plano material, místico ou espiritual e isso está demonstrado em todos os “vestígios rupestre” encontrados em sítio arqueológico de todo o mundo e o Brasil não está fora deste quadro e sim faz parte importantíssima deste quadro mundial.
Temos que fazer uma abordagem de tudo aquilo que compreendemos sobre a necessidade da cultura visual na vida do indivíduo, necessidade essa que observamos e que vai desde o homem primitivo, passando pelos povos indígenas e até o homem dos tempos atuais. Na realidade são indissociáveis essas relações que o homem sempre teve com a arte como forma de firmação e necessidade de expor aquilo que via, sentia e pensava então de uma forma ou de outra tanto a arte rupestre como a própria arte indígena estavam baseadas em valores simbólicos e espirituais que Ra representados em quase tudo aquilo que eles faziam, eram representações de uma realidade que os mesmo viviam em sei dia a dia.
Começamos aqui a refletir passo a passo cada momento histórico desta cultura visual. O homem primitivo que ao fazer suas representações nas grutas e paredões rochosos, via nessas representações visuais uma forma de não só alimentar os seus anseios e perpetuar a sua cultura, mas também ter uma visão globalizada de tudo aquilo que envolvia a sua vida em grupo ou sociedade. Já para os indígenas isso é algo ainda mais forte e bastante visível, basta observamos toda e qualquer tipo de arte que os mesmo produzia e continuam produzindo no seio das seus grupos, levando essa cultura visual um pouco além dos objetos produzidos e usando para isso até mesmo seus corpos como forma de demonstrar todo o efeito da mesma no seu cotidiano, basta observamos os índios atuais. Finalizando essa reflexão nossa sociedade atual, não só age da mesma forma, mas também usa essa cultura visual de forma persuasiva, nas relações de entretenimento, comercias e também como identidade de sua própria cultura.
A cada passo da nossa história na cultura visual, arte rupestre, arte indígena e arte moderna, não é necessário sermos nenhum estudioso nesta área para sabermos que o homem em qualquer momento da sua vida pessoal ou em comunidade faz uso da arte e ela se torna fundamental levando em consideração a visualidade como fiel promotor de valores simbólicos e espirituais dentro de qualquer cultura. O homem moderno brasileiro já tomando como experiências fatos primitivos que vai desde a arte rupestre, arte indígena e até a modernidade finca na visualidade todo e qualquer tipo de arte produzido pelo mesmo, seja ela para os padrões da estética, do impacto, choque ou até mesmo de um legado a ser deixado ou exposto.
Ao ver e rever todo o legado deixado pelas culturas visuais, seja na arte rupestre, arte indígena e todo e qualquer tipo de arte feita pelos artistas brasileiro até hoje, jamais podemos desmembrar a visualidade como ponto fundamental e primordial de toda a nossa cultura, a qual ao longo do tempo se iniciou com os povos primitivos, passando pelos indígenas e se concretizando cada vez mais com a arte atual.
Da chegada dos portugueses, muitas etnias de nossos povos primitivos já tinham desaparecido, povos que faziam uso de diversas técnicas, demonstrando assim um alto grau de desenvolvimento de sua cultura. O impacto da conquista européia sobre as populações indígenas das Américas foi imenso, no início da colonização foram escravizados e submetidos a todos os tipos de maus-tratos e apesar de em 1595 o aprisionamento ser proibido, a escravidão. Nesse processo, foram obrigados a negar sua cultura, suas tradições e até mesmo fingir que não existiam ou que tinham esquecido suas raízes, numa atitude de apagamento cultural. Assim, passaram despercebidos e os governantes se convenciam de que de fato foram assimilados pela cultura dominante. Sempre foi mais fácil tratar todos como se fossem iguais acalentando o remorso por tantas truculências cometidas contra a vida dos povos indígenas ao longo de mais de 500 anos, e que levou tantos grupos ao desaparecimento físico e cultural.
Sem sombra de dúvida que a arte rupestre e arte indígena são um fator importantíssimo não só na construção do nosso País, mas também uma peça fundamental para a construção de uma cultura bastante desenvolvida e conhecedora do seu passado, pois uma cultura sem passado não é uma cultura, é apenas conhecimento pegado emprestado, pronto e acabado, Nossa arte rupestre continua dentro de um interesse bem maior a construir uma bela história deste País, tão importante quanto às culturas européias, pois com o avanço da própria tecnologia ela pode nos proporcionar um conhecimento que nem pensávamos em conhecer.
Contudo é a partir da arte que um povo reconstrói a sua história e de uma forma em geral se torna mais culto. Ela nos dar a sensação de realização dentro de uma realidade ou uma abstração dos nossos sonhos e sem falar que ela nos proporciona conhecimento infinito. O povo indígena, assim como qualquer outro povo tem a sua cultura, sua forma e jeito de viver, capaz de criar um tipo de arte genuinamente pessoal e intransferível, de um povo que soube sobre maneira e dentro das maiores adversidades e crueldades impostas por outro povo, manter sua cultura intacta e com a mesma caracterização dos seus antepassados.
Temos que fazer uma abordagem de tudo aquilo que compreendemos sobre a necessidade da cultura visual na vida do indivíduo, necessidade essa que observamos e que vai desde o homem primitivo, passando pelos povos indígenas e até o homem dos tempos atuais. Na realidade são indissociáveis essas relações que o homem sempre teve com a arte como forma de firmação e necessidade de expor aquilo que via, sentia e pensava então de uma forma ou de outra tanto a arte rupestre como a própria arte indígena estavam baseadas em valores simbólicos e espirituais que Ra representados em quase tudo aquilo que eles faziam, eram representações de uma realidade que os mesmo viviam em sei dia a dia.
Começamos aqui a refletir passo a passo cada momento histórico desta cultura visual. O homem primitivo que ao fazer suas representações nas grutas e paredões rochosos, via nessas representações visuais uma forma de não só alimentar os seus anseios e perpetuar a sua cultura, mas também ter uma visão globalizada de tudo aquilo que envolvia a sua vida em grupo ou sociedade. Já para os indígenas isso é algo ainda mais forte e bastante visível, basta observamos toda e qualquer tipo de arte que os mesmo produzia e continuam produzindo no seio das seus grupos, levando essa cultura visual um pouco além dos objetos produzidos e usando para isso até mesmo seus corpos como forma de demonstrar todo o efeito da mesma no seu cotidiano, basta observamos os índios atuais. Finalizando essa reflexão nossa sociedade atual, não só age da mesma forma, mas também usa essa cultura visual de forma persuasiva, nas relações de entretenimento, comercias e também como identidade de sua própria cultura.
A cada passo da nossa história na cultura visual, arte rupestre, arte indígena e arte moderna, não é necessário sermos nenhum estudioso nesta área para sabermos que o homem em qualquer momento da sua vida pessoal ou em comunidade faz uso da arte e ela se torna fundamental levando em consideração a visualidade como fiel promotor de valores simbólicos e espirituais dentro de qualquer cultura. O homem moderno brasileiro já tomando como experiências fatos primitivos que vai desde a arte rupestre, arte indígena e até a modernidade finca na visualidade todo e qualquer tipo de arte produzido pelo mesmo, seja ela para os padrões da estética, do impacto, choque ou até mesmo de um legado a ser deixado ou exposto.
Ao ver e rever todo o legado deixado pelas culturas visuais, seja na arte rupestre, arte indígena e todo e qualquer tipo de arte feita pelos artistas brasileiro até hoje, jamais podemos desmembrar a visualidade como ponto fundamental e primordial de toda a nossa cultura, a qual ao longo do tempo se iniciou com os povos primitivos, passando pelos indígenas e se concretizando cada vez mais com a arte atual.
Da chegada dos portugueses, muitas etnias de nossos povos primitivos já tinham desaparecido, povos que faziam uso de diversas técnicas, demonstrando assim um alto grau de desenvolvimento de sua cultura. O impacto da conquista européia sobre as populações indígenas das Américas foi imenso, no início da colonização foram escravizados e submetidos a todos os tipos de maus-tratos e apesar de em 1595 o aprisionamento ser proibido, a escravidão. Nesse processo, foram obrigados a negar sua cultura, suas tradições e até mesmo fingir que não existiam ou que tinham esquecido suas raízes, numa atitude de apagamento cultural. Assim, passaram despercebidos e os governantes se convenciam de que de fato foram assimilados pela cultura dominante. Sempre foi mais fácil tratar todos como se fossem iguais acalentando o remorso por tantas truculências cometidas contra a vida dos povos indígenas ao longo de mais de 500 anos, e que levou tantos grupos ao desaparecimento físico e cultural.
Sem sombra de dúvida que a arte rupestre e arte indígena são um fator importantíssimo não só na construção do nosso País, mas também uma peça fundamental para a construção de uma cultura bastante desenvolvida e conhecedora do seu passado, pois uma cultura sem passado não é uma cultura, é apenas conhecimento pegado emprestado, pronto e acabado, Nossa arte rupestre continua dentro de um interesse bem maior a construir uma bela história deste País, tão importante quanto às culturas européias, pois com o avanço da própria tecnologia ela pode nos proporcionar um conhecimento que nem pensávamos em conhecer.
Contudo é a partir da arte que um povo reconstrói a sua história e de uma forma em geral se torna mais culto. Ela nos dar a sensação de realização dentro de uma realidade ou uma abstração dos nossos sonhos e sem falar que ela nos proporciona conhecimento infinito. O povo indígena, assim como qualquer outro povo tem a sua cultura, sua forma e jeito de viver, capaz de criar um tipo de arte genuinamente pessoal e intransferível, de um povo que soube sobre maneira e dentro das maiores adversidades e crueldades impostas por outro povo, manter sua cultura intacta e com a mesma caracterização dos seus antepassados.

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